O idioma oficial da Colômbia é o castelhano, mas existem no país cerca de 500.000 falantes de idiomas indígenas. Há 101 idiomas listados no país, sendo oitenta deles vivos e 21 extintos. Também são idiomas importantes o catalão, o valenciano e o balear. Há também uma Língua crioula, o Palenquero, falado em Mahates por cerca de 2500 pessoas.
RELIGIÃO
O Departamento Administrativo Nacional de Estadística (DANE) não recolhe estatísticas religiosas, e relatórios precisos são difíceis de obter. No entanto, com base em vários estudos, mais de 95% da população do país adere ao cristianismo, a grande maioria dos quais (entre 81% e 90%) é de católicos romanos. Cerca de 1% dos colombianos participa de religiões indígenas e menos de 1% segue o judaísmo, islamismo, hinduísmo e budismo. No entanto, apesar do alto número de adeptos, cerca de 60% dos entrevistados de uma pesquisa feita pelo El Tiempo informaram que não são praticantes ativos de sua fé.
Embora a Colômbia continue a ser um país católico, a constituição do país garante a liberdade e a igualdade de religião. Grupos religiosos são facilmente capazes de obter o reconhecimento como associações organizadas, apesar de alguns pequenos terem enfrentado dificuldade em obter o reconhecimento adicional necessário para oferecer serviços de capelania em estabelecimentos públicos e realizar casamentos legalmente reconhecidos.
Localização Geográfica: região norte da América do Sul
Coordenadas Geográficas: 4 00 N, 72 00 W
Limites geográficos: Oceano Atlântico (norte), Brasil e Venezuela (leste), Equador e Peru (sul) e Oceano Pacífico (oeste)
Área: 1.141.748 km²
Fronteiras com os seguintes países: Brasil, Venezuela, Panamá, Equador e Peru.
Extenção do litoral: 3.208 km
Clima: De montanha (região central) e equatorial (leste e região litorânea).
Relevo: planíceis costeiras, planalto na região central, planícies na região oriental, Cordilheira dos Andes na região oeste.
Ponto mais baixo: Oceano Pacífico (0 metros)
Ponto mais alto: Pico Cristóvão Colombo (5.775)
Principais recursos naturais: petróleo, gás natural, carvão mineral, minério de ferro, ouro, níquel.
Uso da terra: terra arável (2,01%), culturas permanentes (1,37%) e outros (96,62%)
Principais rios: rio Magdalena, Guaviare e Putumayo
Principais problemas ambientais: desmatamento, contaminação do solo por pesticidas, poluição do ar em centros urbanos.
Vegetação da Colômbia:A Vegetaçãoda Colômbia envolve o conjunto de espécies vegetais espalhadas pelo território colombiano. A floresta tropical recobre as encostas e vales das cordilheiras, grande parte das planícies da costa norte e a porção meridional das planícies orientais. No entanto, os produtosflorestais constituem potencial econômico inexplorado, sendo numerosas as espécies de palmeiras e orquídeas. Na zona subtropical há grande variedade de frutas e a zona temperada é a região agrícola. Acima de 3.000m a vegetação é raquítica, seguida, mais acima, de espécies alpinas.
Oh Gloria Inmarcesible! é o hino nacional da Colômbia. A letra do Presidente Rafael Núñez com música de Oreste Sindici, foi composta em 1897 e adoptada como hino em 1920.
Letra em espanhol
CHORUS:
¡Oh gloria inmarcesible! ¡Oh júbilo inmortal! En surcos de dolores el bien germina ya, el bien germina ya. ¡Oh gloria inmarcesible! ¡Oh júbilo inmortal! En surcos de dolores el bien germina ya.
I
¡Cesó la horrible noche! La libertad sublime derrama las auroras de su invencible luz. La humanidad entera, que entre cadenas gime, comprende las palabras del que murió en la cruz.
II
Independencia grita el mundo americano; se baña en sangre de héroes la tierra de Colón. Pero este gran principio: "el rey no es soberano", resuena, y los que sufren bendicen su pasión.
III
Del Orinoco el cauce se colma de despojos; de sangre y llanto un río se mira allí correr. En Bárbula no saben, las almas ni los ojos, si admiración o espanto sentir o padecer.
IV
A orillas del Caribe, hambriento, un pueblo lucha; horrores prefiriendo a pérfida salud. ¡Oh, sí!, de Cartagena la abnegación es mucha, y escombros de la muerte desprecia su virtud.
V
De Boyacá en los campos, el genio de la gloria con cada espiga un héroe invicto coronó. Soldados sin coraza ganaron la victoria; su varonil aliento de escudo les sirvió.
VI
Bolívar cruza el Ande que riegan dos océanos, espadas cual centellas fulguran en Junín. Centauros indomables descienden a los llanos, y empieza a presentirse, de la epopeya el fin.
VII
La tropa victoriosa en Ayacucho truena, que en cada triunfo crece su formidable son. En su expansivo empuje la libertad se estrena, del cielo americano formando un pabellón.
VIII
La virgen sus cabellos arranca en agonía y de su amor viuda los cuelga del ciprés. Lamenta su esperanza que cubre loza fría, pero glorioso orgullo circunda su alba tez.
IX
La patria así se forma termópilas brotando; constelación de cíclopes su noche iluminó. La flor estremecida mortal el viento hallando, debajo los laureles seguridad buscó.
X
Mas no es completa gloria vencer en la batalla, que el brazo que combate lo anima la verdad. La independencia sola el gran clamor no acalla; si el sol alumbra a todos, justicia es libertad.
XI
Del hombre los derechos Nariño predicando, el alma de la lucha profético enseñó. Ricaurte en San Mateo en átomos volando, "deber antes que vida" con llamas escribió
Letra em português
CORO:
Ó glória imorredoura! Ó júbilo imortal! Nas cavas das dores o bem germina já, o bem germina já. Ó glória imorredoura! Ó júbilo imortal! Nas cavas das dores o bem germina já, o bem germina já.
I
Cessou a noite horrível! A libertade sublime resplande as auroras de sua invencível luz. A humanidade inteira, que encadeada geme, compreende as palavras do que morreu na cruz.
II
Independência grita o mundo americano; se banha em sangue de heróis a terra de Colón. Mas este grande princípio: "o rei não é soberano", ressoa, e os que sofrem bendizem sua paixão.
III
Do Orinoco o leito se enche de restolhos; de sangue e pranto um río se vê ali correr. Em Bárbula não sabem, as almas nem os olhos, sem admiração ou espanto sentir ou padecer.
IV
Às margens do Caribe, faminto, un povo luta; horrores preferindo à pérfida saúde. Ó, sim!, de Cartagena a abnegação é muita, e os escombros da morte desdenham sua virtude.
V
De Boyacá nos campos, o gênio da glória com cada espiga un herói invicto coroôu. Soldados sem couraça ganharam a vitória; seu alento varonil de escudo lhes serviu.
VI
Bolívar cruza os Andes que regam dois oceanos, espadas qual centelhas fulguram em Junín. Centauros indomáveis descendem aos planos, e começa a pressentir-se, da epopéia o fim.
VII
A tropa vitoriosa en Ayacucho atroa, que em cada triunfo cresce seu formidável som. Em seu expandir resoluto a liberdade se apresenta, do céu americano formando um panteão.
VIII
A virgem seus cabelos arranca em agonia e de seu amor viúva os pende no cipreste. Lamenta sua esperança que cobre louza fria, mas glorioso orgulho circunda sua alva pele.
IX
A pátria assim se forma termópilas brotando; constelação de ciclopes sua noite iluminou. A flor estremecida mortal o vento achando, abaixo dos lauréis seguridade buscou.
X
Mas não é completa glória vencer na batalha, que o braço que combate o anima a verdade. A independência só o grande clamor não aplaca; se o sol alumia a todos, justiça é liberdade.
XI
Do homem os direitos Nariño predicando, a alma da luta profético ensinou. Ricaurte en San Mateo em átomos voando, "o dever antes que a vida" com chamas escreveu.